O filósofo Olavo de Carvalho deu uma cutucada no general Augusto Heleno e no general Hamilton Mourão. 

Segundo o escritor, os dois estão pegando leve demais no trato com a imprensa:

“Você não tem vergonha, Heleno? Mourão, você não tem vergonha de ir puxar o saco desse Jean Wyllys? (…)

O que o governo constituído fez até agora contra seus inimigos? Nada, nada, nada! Porque está cercado de generais que lhe dizem para não fazer nada. Está cercado de generais que, quando são entrevistados por repórteres, se sentem maravilhados, como um garotinho de escola que foi posto no show. Essa é a cara do general Heleno e essa é a cara do general Mourão quando aparecem na televisão.

Militar, quando está diante de repórteres ou de figuras do show business, se mija nas calças, de temor reverencial e de prazer.”

Nem Mourão, nem Heleno responderam ao comentário de Olavo. 

O fato é que, aparentemente, nenhum membro do governo demonstra importância quando o assunto é a censura de páginas de direita nas redes sociais e muito menos sobre ataques sujos que o próprio Bolsonaro sofre da grande mídia. 

Se a esquerda tem o direito a liberdade de expressão, o governo tem que garantir que a direita tenha também. 

Se nada for feito a respeito, o governo começará a perder todas as narrativas. Não por falta de apoio, mas sim, pelo descaso como vem tratando a censura de veículos conservadores.