De acordo com boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na manhã desta quarta-feira (12), o candidato esfaqueado por um militante esquerdista, Jair Bolsonaro, teve sua alimentação oral suspensa. 

A suspensão momentânea da alimentação pela boca ocorreu "devido ao surgimento de uma distensão abdominal". Dessa forma, o candidato volta a ter "alimentação parenteral (endovenosa) exclusiva até a próxima avaliação".

"O estado de saúde do paciente continua estável, sem febre ou outros sinais de infecção", diz o boletim. "Os exames laboratoriais permanecem estáveis", acrescenta a nota, assinada pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Echenique, clínico e cardiologista; e Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do hospital.

O estado de saúde do candidato líder nas pesquisas ainda é considerado grave. 

Também nesta quarta-feira, Bolsonaro foi visitado pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen. Segundo a assessoria de Etchegoyen, o ministro veio a São Paulo na terça para uma agenda privada e decidiu ir até o candidato nesta manhã.

A assessoria de imprensa do GSI disse que a visita foi apenas um ato de cortesia.