O comandante do Exército, general Villas Bôas, relembrou da morte do soldado Mário Kozel Filho, morto em 26 de junho de 1968, pelo grupo terrorista Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), que atacou o Quartel General do II Exército, na cidade de São Paulo, durante o governo do marechal Artur da Costa e Silva, segundo presidente do Brasil durante o regime militar (1964-1985).

Na madrugada de 26 de junho de 1968, após seis meses de iniciação no serviço militar, o soldado Kosel Filho morreu em um atentado a bomba. Diógenes José Carvalho de Oliveira, Dilma Rousseff, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integravam um grupo de onze militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), que lançou um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo. 

A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com vinte quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares.

"Há 50 anos, em um ato terrorista perpetrado contra o quartel-general do então II Exército em São Paulo, faleceu, com apenas 18 anos, o Soldado Mário Kozel Filho. Nossos heróis serão sempre lembrados. Kozel, o @exercitooficial lhe presta continência! #ObrigadoSoldado!", escreveu o comandante no Twitter.

Confira: