A crise na Venezuela se agravou de um tanto, que a maioria da população não consegue pagar pelo enterro de seus parentes que estão morrendo pela falta de medicamentos e de saúde básica.

Após buscar, em vão, ajuda do governo do ditador Nicolás Maduro, que por sinal é apoiado pelo PT, a família de Ender Bracho abriu um buraco para sepultá-lo no quintal, na cidade petrolífera de Maracaibo. 

Fazia mais de 24 horas que ele tinha morrido por infecção generalizada que, segundo alegam seus parentes, foi desencadeada por falta de antibióticos.

“Onde está o governo para ajudar os pobres? O que eles estão fazendo é nos destruir!”, lamentava Milagros, sobrinha de Bracho.

O caso de Ender não é o único em seu violento bairro. 

“Há muitos mortos. A polícia os mata como cachorros e não há como enterrá-los”, diz um vizinho. 

Somente em 2017, ONGs contabilizaram cerca de 30 mil mortes violentas. 

Ainda, em grave crise econômica depois que o socialismo/comunismo foi implementado a risca, a inflação no país chegará a 1.350.000% neste ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).