A facada desferida por um militante de esquerda em Jair Bolsonaro tinha o objetivo de assassina-lo e tirá-lo da disputa à presidência da República. 

O candidato sobreviveu, mas o atentado conseguiu seu objetivo em parte, já que o ex-capitão do Exército líder nas pesquisas está fora campanha presidencial no primeiro e no segundo turno. 

O vice da chapa, general Mourão, então solicitou que ele o substituísse nos debates na TV e na rádio. Cabe ao TSE agora decidir se autoriza ou não. 

No entanto, o eminente general não está tão confiante. Acredita que a Corte Eleitoral não aceitará o seu pedido. 

"A consulta é mais uma carta na manga, para caso o TSE autorize. Mas tenho quase certeza que o Tribunal vai negar e que o Bolsonaro não vai querer", afirmou Mourão a Crusoé.

A facada em Bolsonaro, foi mais um golpe da esquerda contra a democracia e o processo justo e democrático eleitoral.