Carolina Brígido, em O Globo, explica que a liminar de Marco Aurélio Mello mandando soltar presos condenados em segunda instância “não é de cumprimento automático”.

“Cabe a cada juiz do país responsável pela execução penal libertar os presos nessa situação”, escreve o jornal carioca.

No caso de Lula, caberá a juíza Carolina Lebbos a decisão de soltar ou não o ex-presidente criminoso condenado.