O ministro Dias Toffoli comparou o STF ao regime militar, ao dizer que o tribunal tem de ser um “poder moderador” e não buscar o protagonismo:

“É evidente que nós não podemos ser protagonistas, porque se formos protagonistas nós vamos cometer o mesmo erro que as Forças Armadas cometeram em 1964. Em 1º de abril eles entraram para arbitrar uma crise na sociedade brasileira. Castelo Branco foi eleito para terminar o mandato de João Goulart, que terminaria em 65, era uma transição.”

O povo não espera que o STF seja protagonista. Apenas não deseja que ele promova a impunidade.


Com O Antagonista.