Um diretor de uma escola alemã, em Frankfurt-am-Main, disse à mãe de uma estudante que ela deveria vestir sua filha em um hijab, ou cobertura de cabeça muçulmana, para que os estudantes muçulmanos parassem de intimidar a menina.

O caso vem irritando a comunidade cristã. As políticas pró-imigrantes de Angela Merkel têm inclinado a balança na Alemanha até agora em favor dos refugiados muçulmanos, forçando que garotas cristãs loiras usem roupas islâmicas para se adaptarem à escola.

Minha filha foi tão massacrada em sua escola por garotas muçulmanas que tivemos que tirá-la da escola para proteção,“ disse a mãe da aluna ao jornal alemão Bild. 

Ela disse que sua filha estava sendo maltratada, ridicularizada e agredida fisicamente porque, “ Ela tinha cabelo loiro, sem lenço de cabeça, tem um nome alemão-hebraico e nós somos cristãos. 

" Minha filha teve um colapso nervoso na quinta série ", ela continuou. " Ela tinha contusões e medo enorme de ir à escola."

A sugestão do diretor para resolver o problema revoltou a mãe da garota. Ele disse para a menina se converter ao islamismo - ou pelo menos usar um lenço para passar como muçulmano.

Logicamente a família não concordou, mudou de escola e informou que a menina não estava mais sendo intimidada.

A situação da Alemanha é preocupante. É um absurdo mulheres serem forçadas a usar um hijab, por lei ou por bullying. 

Embora seja importante para as mulheres muçulmanas terem a liberdade religiosa de usar o hijab em público, isso não se estende a forçar outras mulheres a também adotarem essa prática.