Um novo estudo divulgado nesta terça-feira mostra que o Facebook praticamente eliminou todas as maiores influenciadoras vozes conservadoras da plataforma.

A rede social liderada por Mark Zuckerberg, que declarou em sabatina no Senado americano que estava trabalhando para não influenciar nas eleição de outros países, incluindo o Brasil, demonstra estar agindo completamente ao contrário. 

Enquanto páginas conservadoras estão sendo excluídas, do outro lado, as páginas que propagam ideias de esquerda estão com seu engajamento turbinado. 

Nos EUA, Facebook eliminou o tráfego de vários sites conservadores: Gateway Pundit, Infowars, Truthfeed, Ending the Fed, The Political Insider, Young Cons, Allen West, Sarah Palin, 100% Fed Up, jornalismo ocidental, redstate Watcher, Pamela Geller, IJR, e outros foram quase completamente eliminados. Breitbart e Daily Caller também tiveram uma queda significativa. 

Aqui no Brasil, sites conservadores e que defendem ideias de uma economia liberal também sentiram o golpe. Um exemplo claro é o banimento completo da rede de páginas do PapoTV, que dispunha de mais de 6 milhões de seguidores. 

Páginas como a do MBL por exemplo, que antes alcançavam facilmente 15 ou 20 mil compartilhamentos em suas publicações, hoje mal conseguem passar de 500. 

Alguns conservadores já perceberam isso e iniciaram um movimento de migração para outras plataforma. 

Redes como o Growp APP e o Gab já estão em funcionamento e conquistando cada vez mais o público conservador.

Apesar dos conservadores estarem criando alternativas, os partidos políticos afetados parecem não ter percebido o problema disso. 

Nos EUA, o Partido Republicano não está fazendo o suficiente para combater esse ataque aos editores conservadores. Muitos não estão mais ativos. 

Aqui no Brasil, o candidato Jair Bolsonaro, o mais afetado por conta desta censura, nunca mencionou o assunto. 

Se o candidato sofrer um golpe nas urnas, por exemplo, poderá ser tarde demais para demonstrar interesse pela causa.