Advogados dos avós paternos de Marcelo Pesseghini informam, segundo o G1, ter procurado a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington (EUA), para tentar reabrir o caso da chacina da família dele em São Paulo.

A investigação arquivada há cinco anos, concluiu que Marcelinho, de 13 anos, baleou e matou o pai e a mãe policiais militares, a avó materna e a irmã dela, tia-avó do adolescente. Em seguida, ele se suicidou com um tiro na cabeça no dia 5 de agosto de 2013. Todos morreram na casa onde moravam na Zona Norte.

Os vizinhos, no entanto, não ouviram um disparo sequer, de todos os que mataram a família. 

A arma usada foi uma pistola .40 de Andréia. Todas as vítimas estavam dormindo, segundo a polícia. 

O motivo do crime, de acordo com laudo psiquiátrico, foi uma doença mental que levou Marcelinho a acreditar que era o personagem do game Assassins Creed, um assassino profissional.