O texto abaixo foi publicado pelo eminente general Paulo Chagas, pré-candidato ao governo do DF. 

Confira:

A apuração eletrônica do resultado das eleições será sempre inconstitucional!

Caros amigos

Considerando a possibilidade de que a interpretação da missão dada ao Exército Brasileiro de "dar segurança à apuração" do resultado das próximas eleições resulte em "avalizar a lisura do processo", devo afirmar que confio plenamente na capacidade técnica e científica dos Engenheiros Militares para acompanhar e dar segurança ao "momento" da apuração, não ao "processo" de apuração, porquanto este último pode conter, ou não, mecanismos eletrônicos (vírus), anteriormente introduzidos no computador central do sistema, que venham a desvirtuar o resultado.

Ou seja, a participação dos militares poderá, apenas e unicamente, verificar se houve ou não interferência "no momento da contabilização", aliás, muitos outros técnicos não militares podem fazer isso, mas, seja como for, o processo e o resultado continuarão a ser inválidos, porque não poderão ser auditados.

Como não há possibilidade de recontagem nem de que seja testemunhada a apuração voto a voto, fica prejudicado o princípio da PUBLICIDADE, constante do Art 37 da Constituição Federal.

Somente a impressão do voto ou o voto em cédula de papel atendem a este princípio. Não há, portanto, outra forma de legitimar o resultado.

A apuração eletrônica será sempre inconstitucional, com ou sem o competente e honesto aval do Exército Brasileiro.

Gen Bda Paulo Chagas