O Parlamento venezuelano, controlado pela oposição, declarou neste sábado (5) que não reconhecerá um novo mandato do ditador sanguinário Nicolás Maduro.

"Reafirmamos a ilegitimidade de Nicolás Maduro [...]. A partir de 10 de janeiro estará usurpando a Presidência e, consequentemente, esta Assembleia Nacional é a única representação legítima do povo", disse o novo presidente do Legislativo, Juan Guaidó, após tomar posse do cargo.

O cerco se fechou após uma brilhante jogada do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que desconvidou a Venezuela para a cerimônia, assim como fez com Cuba e Nicarágua. 

A decisão de Bolsonaro encorajou a oposição na Venezuela a não reconhecer o novo mandato do ditador.  

Diante da bancada da oposição e de representantes do corpo diplomático, o novo presidente do Parlamento venezuelano se comprometeu a "gerar as condições para um governo de transição e convocar eleições livres". 


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