O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou nesta terça-feira a oposição – que controla o Parlamento – de tentar um “golpe de Estado” ao declará-lo em “abandono do cargo”, e advertiu que a decisão terá consequências.

“Atenham-se às consequências do chamado golpe de Estado que a quadrilha aprovou ontem na Assembleia Nacional”, disse Maduro ao ativar nesta terça um “comando anti-golpe” integrado por figuras que se autoproclamam chavistas radicais.

“Sabemos quais são os promotores da violência e devemos agir preventivamente”, declarou Maduro ao integrantes do “comando”, ao qual delegou o combate às conspirações.

Liderado pelo recém-nomeado vice-presidente, Tareck El Aissami, o “comando” é integrado ainda por Diosdado Cabello, número dois do chavismo; Vladimir Padrino López, ministro da Defesa; Néstor Reverol, ministro do Interior; e Gustavo González López, diretor do Serviço de Inteligência.

Vai começar a guerra na Venezuela. Ou a ajuda internacional intervem no país, ou Maduro mandará matar todos os seus opositores.