A médica cubana Tatiana Carballo Gomez diz ter feito campanha para o PT a mando da ditadura, enquanto integrava o Mais Médicos, informa a Crusoé. 

“O ponto da doutrinação era elogiar o governo cubano e estimular a população a apoiar políticos de esquerda no Brasil, que eram favoráveis ao governo cubano”, diz o texto do processo. 

Seguindo ordens da ditadura cubana, a médica trabalhou para não eleger o prefeito da cidade. Ela dizia aos pacientes que se ele fosse eleito, a população perderia o atendimento de saúde. 

Tatiana só não contava que o prefeito da cidade ficaria sabendo do ocorrido. Ela se reuniu com ele e os membros da inteligência cubana. 

Foi então que esses membros acabaram dando “permissão para ela parar de doutrinar os pacientes”.

A esquerda estava não só doutrinando nas escolas, mas também nas populações mais carentes.

Um absurdo.