A hashtag #AtentadoFakedoPT ficou no topo dos assuntos mais comentados no Twitter durante toda a manhã desta terça-feira (23). 

Muitos internautas acreditam que o partido de extrema-esquerda tentará forjar um atentado contra Fernando Haddad ou Manuela D'Ávila, na reta final da campanha presidencial. 

A própria presidente do partido, Gleisi Hoffmann, levantou a bola em vídeo afirmando que Bolsonaro será o culpado caso algo aconteça com Fernando Haddad (PT).

O escritor Flavio Morgenstern, em matéria no Senso Incomum, falou sobre uma estratégia utilizada com primor por partidos de viés esquerdista ao longo das décadas:

O PT tem se especializado no que se chama de false flag, como o incêndio no Reichstag que iniciou o nazismo: forjar um pseudo-atentado, posar como “vítima” de uma perseguição e, então, usar todas as armas legais e ilegais contra o inimigo. É o que parece que irá fazer na reta final das eleições, para depois tentar impugnar a candidatura de Bolsonaro. Se não pode fraudar todas as urnas, que tal ignorá-las?

Basta-se lembrar dos supostos “tiros” na caravana de Lula, enquanto o ex-presidente não era preso. Um jornal do Paraná já havia alertado quase 3 meses antes que o MST planejava criar um falso atentado em Quedas do Iguaçu, exatamente a minúscula cidade onde os tiros acertaram a caravana sem ninguém ver quem foi o autor dos disparos.

Outro que também se manifestou sobre o assunto foi o eminente procurador federal Ailton Benedito, que citou um episódio interessante da história mundial onde podemos encontrar uma certa relação com o momento atual:

“Há 85 anos, um “atentado fake”, o incêndio no Reichstag, era usado por Hitler para golpear democracia alemã”.

O assunto levantado por patriotas na internet serviu para deixar claro que não faz sentido um candidato que está liderando as pesquisas com ampla vantagem estimular um ataque contra seu adversário faltando poucos dias para o dia da eleição.