O deputado Onyx Lorenzoni e o advogado Adão Paiani  foram até o Conselho Federal da OAB para questionar de onde vem o pagamento dos advogados do terrorista que tentou tirar a vida de Jair Bolsonaro. 

Eles protocolaram uma representação contra os advogados de Adélio Bispo de Oliveira, o homem que deu uma facada no abdômen de Jair Bolsonaro durante um ato de campanha em Juiz de Fora. 

A alegação é de que os advogados estão obrigados a informar quem está pagando os honorários da defesa de Oliveira.

“Causa estranheza, perplexidade e fundamentadas dúvidas, não apenas na sociedade, mas no âmbito da própria advocacia, levantando suspeitas sobre a lisura e compatibilidade da atuação dos mesmos”, escrevem.

Para Adão Paini, um dos autores da representação, "os advogados mineiros devem esclarecer quem está custeando e com que finalidade a defesa do autor desse atentado terrorista".

“O sigilo de honorários é inerente entre advogado e cliente, mas não se estende a terceiros. os advogados mineiros devem esclarecer quem está custeando e com que finalidade a defesa do autor desse atentado terrorista”, explica Paiani.