Fontes da Polícia Federal dizem que o relatório da investigação do atentado contra Bolsonaro faz menção a um eventual envolvimento do PCC no crime. 

A informação foi publicada pelo ex-KGB Ancelmo Gois, em O Globo, e, por isso, deve ser tratada com cautela. 

Um dos advogados do agressor Adélio Bispo de Oliveira, segundo a PF, trabalha para pelo menos quatro integrantes do Primeiro Comando da Capital.

Os policiais consideram a hipótese de a facção estar financiando a defesa de Adélio. 

Bolsonaro foi esfaqueado por um militante pró-Lula no dia 6 de setembro. Passou por duas cirurgias e ficou internado por quase 30 dias. 

O capitão ficou de fora de toda a campanha presidencial e, mesmo assim, aparece como o favorito na disputa do segundo turno contra o poste petista, Fernando Haddad.