O empresário Ronan Maria Pinto pediu salvo-conduto ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, informa o Estadão

Ronan se vê diante de ‘real, concreto e iminente’ risco de ser preso.

“Requerer a concessão liminar da ordem de habeas corpus preventivo, com o respectivo salvo-conduto, tendo em vista a iminência da restrição do direito de liberdade do paciente (Ronan Maria Pinto)”, pedem os advogados.

A Ronan é atribuído papel de destaque no suposto esquema de propinas instalado na gestão do prefeito Celso Daniel (PT) em Santo André. 

O Ministério Público afirma que Celso Daniel foi eliminado em uma trama política porque decidiu dar um fim no repasse de valores ilícitos para o PT.

Ronan foi condenado em 2015 a dez anos, quatro meses e doze dias de reclusão, em regime fechado, pelos crimes de concussão e corrupção ativa.  

Na sentença, a juíza Maria Lucinda da Costa afirmou que, ‘com o trânsito em julgado’, deverão ser expedidos os mandados de prisão contra os condenados.